John Sladek situou a narrativa num tempo histórico incerto, algures durante o futuro (provavelmente no final do século XX daí referir-se ao ano como AD-1987 sendo um tempo em que a Aliança Democrática lutava contra vou dar-te ó Vader de Deus), mas as situações e figuras que evoca têm uma dimensão universal.....
No fundo, o que o leitor encontrará ou se calhar nem por isso, ao longo destas páginas sôfregas ou com soluços, é um retrato da maldade das máquinas em todo o seu esplendor, personificada pelos cinco humanos anormais que, as máquinas do alto das suas xxl polegadas de altura ou de largura estão tratando até os reduzirem à norma de vegetais vulgo Moitas de Deus que nexexitam de ser alimentados pour survivre comme souáres, que lança sobre a realidade que o rodeia o mais aviltante dos olhares.
Nas entradas do seu diário de memórias futuras num passado pouco presente sou ares, constrói e defende uma visão do mundo claramente distorcida.
Tudo o que se passa na corte rosa , tudo o que se diz ou faz, chega-nos através do filtro tortuoso da sua mente.
Escarnecido e humilhado pelo Pateta Alegre bobo da corte de Sócrates o grego, ele devolve o escárnio e as humilhações com juros.
A pequenez, em vez de o inferiorizar, gera um complexo de superioridade, embora ele acredite que os mações descendem de uma «raça mais antiga do que a que hoje povoa o mundo», o que os torna já velhos quando nascem.
«Os mações não têm pátria, nem pai nem mãe; são engendrados por estrangeiros de ritos ou rittos vulgares; a fim de que a raça se perpetue, consentem em nascer secretamente entre os miseráveis de bons costumes e berço d'ouro.
É uma estirpe maldita, condenada à fundação e ao gozo dos outros.
E por isso só ares a despreza e se diz apenas laico e republicano....ou se calhar esqueceu-se do resto da frase.....
Na verdade, souáres não despreza apenas os outros mações ou mamões, ao ponto de os afastar um a um ou os meter na gaveta com o xuxalismo, até ao último (que come com alegre gula na aula magna); ele despreza a humanidade em geral.
As pessoas com quem se cruza, na corte, rosa inspiram-lhe um desdém que não consegue esconder. Só por Soares o magnífico soares revela respeito e admiração, mas mesmo esse por vezes o desorienta, com o seu carácter impenetrável.
Ele gosta de ser o prolongamento do monarca Soares I o segundo do mesmo nome, a «sombra» , um símbolo do seu poder as bochechas.....
Quando passeia sozinho pela cidade de Nafarros ou de Belém, os habitantes da piolheira fazem-lhe o que não podem fazer ao soberano: insultam-no, atiram-lhe palavras quando sai dos conselhos de estado às oito da noute.
ser mação não é propriamente um cargo.
é um rito de muitos rittos segura o templo contra a curiosidade dos profanos, enche taças de cicuta a socrates, ouve confidências de coelhos, entrega cartas secretas ao seu bom rapaz a quem conhece bem os Passos, escuta atrás das portas, conspira nos corredores.
Mas essa posição privilegiada dá-lhe acesso aos meandros do DN onde tudo se decide e ele não se coíbe de mexer alguns cordelinhos.
O diário televisivo da RTP e com revisão bibliográfica do netinho, exulta com as carnificinas da guerra política e mostra os horrores da peste politiqueira que nos assola ou ass hola uma dessas,
enquanto o mundo da piolheira se dissolve
. No fim, o mação continua a acreditar na ligação ao seu ganha-pão de futuros em memórias as pontes caem as fundações são eternas («Está acorrentado à FUNDA FUNDAÇÃO E NEM SE DESLARGA DELA NEM DÁ O EXEMPLO RECUSANDO O SUBSÍDIO VERGONHOSO QUE O ESTADO LHE DÁ À GUISA DE ESMOLA »), mesmo depois do PASSOS ter mandado Apreender uma parte da bolsa.....um garoto que soares até conhecia bem e louvava há 2 anos e lhe faZ uma desfeita destas....
E nenhuma FUNDAÇÃO é mais turva do que esta que se afunda numa viagem sombria ao coração do EIXO do Mal ou do Mali para o caso assis ou assad tanto fax... next books look at the trailer
The Secret of the Old Custard (1966)
The Poets of Millgrove, Iowa (1966)
The Best-Seller (1966)
Is There Death on Other Planets? (1966)
The Happy Bored .....2014....20??
The Singular Visitor from Not-Yet (1968)
The Short, Happy Wife of Mansard Eliot (1971)
The Momster (1969)
1937 A.D.! (1967)
The Transcendental Sandwich (1973)
The Steam-Driven Boy (1972)
Elephant with Wooden Leg (1975)
The Locked Room (1972)
The Face (1974)
The Bright Side (1975)
Getting There Is (n-1/n)th the Fun (1975)
Mr. and Ms. America (1975)
The Paradise Problem (1975)
Empty Promise (1975)
What Changed Doyster's Mind (1975)
Assessment (1975)
Handout (1975)
Pax Gurney (1975)
Art News (1975)
A Fable (1975)
Utopia: A Financial Report (1975)
Luck (1975)
Utopiary (1975)
A Picnic (1975)
Space Shoes of the Gods (1974)
The Purloined Butter...*dg*r *ll*n P** (1972)
Pemberlеy's Start-Afresh Calliope or, The New Proteus...H. G. W*lls (1971)
Ralph 4F...H*g* G*rnsb*ck (Hugogre N. Backs) (1973)
Engineer to the Gods...R*b*rt H**nl**n (Hitler I. E. Bonner) (1972)
Broot Force...*s**c *s*m*v (Iclick As-I-Move) (1972)
Joy Ride...R*y Br*db*ry (Barry DuBray) (1972)
The Moon Is Sixpence...*rth*r C. Cl*rk* (Carl Truhacker) (1981)
Solar Shoe-Salesman...Ph*l*p K. D*ck (Chipdip K. Kill) (1973)
One Damned Thing after Another...C*rdw**n*r Sm*th (A Co-ordainer's Myth) (1973)
The Sublimation World ...J. G. B*ll*rd (J. G. B-) (1968)
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