Carlton being my favorite character...an inspriringly original robot that chose to defy DNAcism (just one of the clever terms the book offers). Fast paced funny light read and quite possibly a valuable how to for comedy business.
Kristi
rated it
2 of 5 stars
The Road to Mars was
truly funny -- well written with an extremely clever premise. There were
even occasional moments of absolute brilliance, and I laughed out loud
many times. However, what sunk this book were the two extremely graphic
sex scenes. We're talking
blush-and-cringe-and-look-away-in-embarrassment graphic. Not sexy. Not
funny. They didn't in any way enhance the book, and I found it
disappointing that Idle engaged in such trashy, self-indulgent writing.
It's too bad, because the book was hilarious.Pedro rated it 4 of 5 starsCarlton é um andróide, modelo Bowie 4.5, que vive no futur ou se desloca nele .....
O cara branca é o palhaço austero, alto e magro, que faz sempre a papel de sério e que tenta fazer o seu número, invariavelmente destruído pelo nariz encarnado, baixo, gordo, anárquico, que humilha sempre o outro enquanto lhe baixa as calças. Enfim, o gajo das tartes. Se calhar fazia-se aqui um paralelo interessante com a vida real. Ou melhor, um exercício de imaginação: quem são os gajos das tartes das nossas vidas? Aqueles que subvertem constantemente tudo o que os outros fazem, mascarando com humor um mega ressabiamento contra todos aqueles que, modestamente ou não, vão fazendo pela vida? Alex e Lewis são autores de vaudeville cómico, comediantes de serviço de um paquete de super luxo chamado Pincess Di que faz a ronda pela galáxia, ronda essa chamada o caminho para Marte. Depois disto, bem, é a confusão total, ou não tivesse este livro saído da cabeça de alguém que passou os anos 70, sim, 70, não foi engano, a derreter o cérebro com ácido. E por grande que seja a tentação de descrever a história do livro, sei perfeitamente que o indescritível não se descreve. Lê-se, apenas. Penso que agora, perto do fim, poderia dizer que o autor foi um dos Monthy Python. (...pausa para prestar o culto devoto dos culturalmente correctos...), mas isso para mim não tem significado, uma vez que não me encontro entre os seguidoras dessa religião. Apenas gosto deles, mas não escrevo tratados de devoção infinita ao seu talento. Por uma razão simples. Era tudo das drogas. Ninguém reparou que a partir do momento em que deixaram de se drogar acabou a criatividade. Ninguém acha estranho que em todas as profissões o apogeu venha com a experiência e que no mundo do espectáculo o apogeu venha no princípio?
evolui ó ......este é o 2ºdia dos últimos dias do próximo governo
ResponEliminaum chouriço com um cravo encravado
que faz sempre a papel de sério e que tenta fazer o seu número, invariavelmente destruído pelo nariz encarnado, baixo, gordo, anárquico, que humilha sempre o outro enquanto lhe baixa as calças. Enfim, o gajo das tartes. Se calhar fazia-se aqui um paralelo interessante com a vida real. Ou melhor, um exercício de imaginação: quem são os gajos das tartes das nossas vidas? Aqueles que subvertem constantemente tudo o que os outros fazem, mascarando com humor um mega ressabiamento contra todos aqueles que, modestamente ou não, vão fazendo pela vida?
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