diumenge, 20 de setembre de 2015

NA NOVA GUERRA CIVIL ...IN THE WAR CRUEL WAR Actores individuais OU GRUPAIS OU SURUBAS DE SADO-MASOQUISTAS com pouco apoio (caso das fugas da WIKI PEDIAS OU WIKILeakS PODEM TAL COMO AS SS OU AS SA NO SÉCULO XX ATINGIR conjuntos MAIS vastos de pessoas COM INTERESSES comuns conectadas por telemóvel ou pela internet CONVOCANDO A TEA PARTY OR OUTRAS manifestações OR MAN INFESTATIONS BY SMS, ou pequenos grupos OU SEITAS que manipulem ingredientes baratos COMO A FÉ, A HONRA, A NAÇÃO, A RAÇA e acessíveis e utilizem artefactos técnicos de baixo preço existentes no mercado para fabricar e ativar explosivos), todos estes actores podem colocar em causa as maiores potências mundiais, particularmente se estas potências forem confrontadas por ações sistemáticas de pequena guerra, por tempo prolongado, desgastando-as material e moralmente e obrigando-as a negociar. Os conflitos mais comuns entre estados passam pelo interior de outros estados, em ações de insurreição e contra contra-insurreição. As guerras entre as grandes e médias potências, obrigadas a limitar o emprego dos seus poderosos arsenais, privilegiará esta metodologia. Os conflitos intra-estatais constituem: 1) componentes/prolongamentos de conflitos entre estados; 2) respostas a situações de fragmentação nos estados desestruturados; 3) situações resultantes das ameaças de actores não estatais que visam controlo político de território; 4) o resultado de confrontos étnicos ou religiosos; 5) o produto de subdesenvolvimento e carência de recursos essenciais; ou 6) a consequência de instabilidade regional. Do mesmo fenómeno – organização em rede das sociedades e presença global e obsessiva da informação, forjando perceções da realidade, que podem nada ter a ver com a própria realidade – deriva a eficácia do emprego de métodos não violentos para colocar em xeque os regimes que vigoram nos estados, uma vez que estes têm enormes dificuldades em responder a estes métodos no mesmo patamar da informação. e são tentados a recorrer à violência para neutralizarem os seus efeitos. Se a estratégia do ator que pretende a mudança do regime for bem concebida e a sua concretização for bem articulada, haverá fortes probabilidades de o seu objetivo ser alcançado. São utilizadas tácticas de reivindicação crescente, em escalada, dependendo a reivindicação seguinte da resposta que o regime der à reivindicação anterior, de acordo com o modelo geral seguinte: primeiro, pedem-se reformas no regime; em seguida exige-se a demissão dos responsáveis; finalmente, clama-se pelo seu julgamento e punição. Estas tácticas são combinadas com tácticas de operações de informação com a finalidade de gerir as perceções de molde a serem favoráveis a quem as desencadeia. O aparecimento da violência é explorado até à exaustão em termos informativos, desesperando os responsáveis pela imposição da ordem e paz públicas e os próprios agentes de autoridade, e colocam os dirigentes políticos confrontados com situações a que precisam urgentemente pôr fim. Um qualquer incidente que provoque feridos e/ou mortos constitui um rastilho muitas vezes capaz de fragmentar as estruturas do poder e originar o emprego de armas letais, a declaração do estado de emergência, a entrada das forças militares no terreno dos confrontos, enfim, conduzir à guerra civil.DITA GLOBAL EM CASO DE FALHA DA REDE DE SUPRIMENTOS BÁSICOS QUE PODERÁ OCORRER POR SECA EXTREMA AO ESTILO CALIFORNIANO OU POR DESERT STORM AO ESTILO SÍRIO SEJA EM 31 AUGUSTUS 2015 OU 2008 TANTO FAZ ...Em todas as campanhas militares se observam estas três posturas perante a guerra. Há quem as dirija com frieza, como se conduzisse um jogo de xadrez; e quem as veja como verdadeiros terramotos que a todos engole; também existe quem combata com fervor religioso, disposto a morrer por uma causa superior não palpável nem mensurável. No século XXI or THE CENTURY FOX , a guerra atingiu um autêntico paroxismo e EM 2020 ANDAVA EM GRANDE....CONFLITOS NA ERA DA INFORMAÇÃO/AS REVOLTAS ÁRABES É a guerra aquele monstro que se sustenta das fazendas, do sangue, das vidas, e quanto mais come e consome, tanto menos se farta. É a guerra aquela tempestade terrestre que leva os campos, as casas, as vilas, as cidades, os castelos, e talvez em um momento sorve os reinos e monarquias inteiras. É a guerra aquela calamidade composta de todas as calamidades, em que não há mal algum que ou não se padeça ou não se tema, nem bem que seja próprio e seguro: – o pai não tem seguro o filho; o rico não tem segura a fazenda; o pobre não tem seguro o seu suor; o nobre não tem segura a sua honra; o eclesiástico não tem segura a imunidade; o religioso não tem segura a sua cela; e até Deus, nos templos e nos sacrários, não está seguro. ISSO É TUDO MUITO BONITO MAS, É A GUERRA POLÍTICA AQUELA TEMPESTADE TERRESTRE QUE LEVA OS CAMPOS AO FISCO, AS CASAS PENHORADAS, AS VILAS DESERTAS, OS CASTELOS EM RUÍNAS E TALVEZ EM ALGUNS MOMENTOS SORVE OS REINOS DOS ALGARVES E AS REPÚBLICAS ROMANAS E GREGAS E MONARQUIAS INTEIRAS E SEMI-PARTIDAS...É A GUERRA POLÍTICA ESSA CALAMIDADE COMPOSTA DE TODAS AS OUTRAS CALAMIDADES o SENSO COMUM FAZ A GUERRA, ESSE MONSTRO QUE SE SUSTENTA DAS FAZENDAS, DAS VIDAS, DO SANGUE E QUANTO MAIS COME E CONSOME, TANTO MENOS SE FARTA . É NESSE SENSO COMUM QUE ASSOLA A TERRA QUE 500 MIL LABREGOS FOGEM DA MISÉRIA NO SUL QUENTE PARA A MISÉRIA NO NORTE FRIO E MORTAL

A guerra de António Vieira é, embora terrível, um fenómeno limitado às únicas entidades soberanas, ou seja, aquelas que detinham autoridade suprema sobre um certo território e população – os estados. Entidades políticas que surgiriam institucionalizadas dos escombros da Guerra dos Trinta Anos, cuja componente religiosa desempenhou importante papel, tanto nas causas como no devir das diferentes fases das campanhas militares, mas não nas suas consequências, já que a Paz de Westfália deu a essas entidades uma configuração apenas assente na soberania política sobre território e população, independentemente da religião que os seus nacionais professassem. O Estado westfaliano, cuja teoria e razões justificativas (no domínio moral e no campo das realidades concretas) serão apresentadas por Bodin e Hobbes, viria a ser erigido por Hegel em ideia absoluta, preparando-o para constituir o verdadeiro Ser Supremo que os iluministas colocariam no lugar do Deus da religião, depois da Revolução de 1786, em França. As guerras entre estados devastaram a Europa e o mundo desde então. Até à Revolução Francesa, as guerras entre estados eram conduzidas por soldados profissionais ao serviço dos reis, muitas vezes por intermédio de empresários de guerra que combatiam pelo saque, como foi Wallenstein, contratado por Fernando II, então imperador do Sacro Império Romano-Germânico, para comandante das forças dos Habbsburgo contra as forças de Gustavo Adolfo, rei da Dinamarca, durante a guerra dos Trinta Anos. Mas os líderes revolucionários da França, atacados pelos exércitos profissionais das potências monárquicas que cercavam a República por todos os lados, convocaram todos os franceses para a guerra contra os reis. Assim nasciam a nação em armas e os exércitos com base na conscrição, que se manteriam, no essencial, até aos finais do século XX, altura em que a evolução tecnológica acelerada origina a globalização, durante a qual renascem os exércitos profissionais. 
2. Os estados afirmavam o seu poder e defendiam os respectivos interesses, recorrendo à guerra. As relações conflituais dominadas pelo emprego da diplomacia, que caracterizavam as situações de paz, davam origem a situações de utilização da coação violenta, transformando os países em campos de batalha devastadores para os soldados que integravam as colunas de combate como para as populações, dizimadas pela fome e fugindo à ameaça de morte
Verificava-se uma distinção relativamente clara entre as situações de guerra e as situações em que prevalecia a paz. Com o tempo, foram estabelecidos atos simbólicos e de natureza humanitária que, progressivamente, os estados aceitaram como normativos internacionais, que incluíam declarações solenes de guerra, frequentemente precedidos por ultimatos, a partir das quais eram iniciadas as hostilidades bélicas, e práticas comportamentais e de tratamento de prisioneiros, particularmente no domínio da assistência de saúde. Foi mesmo criado um acervo de regras que os membros da comunidade internacional se comprometeram a respeitar, pelas quais foram definidos os deveres dos contendores no respeitante a procedimentos a ter no decurso das campanhas militares, entre os quais a obrigatoriedade do uso de uniforme para ser reconhecido como combatente a que os normativos se aplicavam, assim como os direitos e obrigações dos prisioneiros de guerra e respectivo estatuto, como o de apoio de saúde, a intervenção da Cruz Vermelha, etc. As Convenções de Genebra constituíram um avanço civilizacional na humanização da guerra. A paz é, nunca deixou de ser, uma situação de acomodação, muitas vezes de cooperação e até de associação entre estados, mas outras vezes traduz-se em períodos de tensão de natureza conflitual cujo esbatimento só poderá ser obtido por negociações diplomáticas. A guerra, entendida como o recurso a agressão armada para impor os seus termos, foi definida por Clausewitz como a continuação por outros meios das relações políticas (subentenda-se entre estados). E na sua excelente definição trinitária, a guerra é uma surpreendente trindade: por um lado, o raciocínio puro da liderança política que a decidiu e a continua a dirigir; por outro, a incerteza e acaso do fragor das batalhas e das contingências de cujos contornos causais não nos conseguimos aperceber; e, finalmente, também é paixão e ódio do povo em fúria ou em pânico, sujeito aos acontecimentos que não controla e se transformam no seu armagedão. Tenha-se da guerra a conceção racional, normalmente ao nível do governo, que a determina e conduz em termos de perdas e ganhos para o estado, isto é, em interações idênticas às de um jogo; ou seja vista segundo a conceção cataclísmica, segundo a qual a olhamos como catástrofe que não conseguimos evitar e a cujos efeitos demolidores e trágicos não temos condições para fugir; ou ainda, ainda, se ela for encarada de um ponto de vista conceptual ontológico, para o qual a guerra se impõe como uma missão de natureza transcendente, relacionada com os fins últimos do ser humano e o seu destino para além da morte.

4 comentaris:

  1. QUE INFELIZ É O HOMEM .....TODOS O COMEM ...TODOS O COMEM EM TÚLIO FLORBELA ESPANCA ESPANCA O CARALHO MAS TÚLIO NÃO O ENTESA POIS DA IMPOTÊNCIA É PRESA FLORBELA ESPANCA EM TÚLIO O CARALHAZ ENTULHO DE JANEIRO A JULHO MAS TÚLIO INFELIZ NÃO O LEVANTA E MESMO NA ESPANCA TANTA SÓ GOSTA DE FICAR DE RASTOS....E NA CANZANA TÚLIO DÁ PARA TODOS OS GASTOS MESMO PARA INSTRUMENTOS DOS MAIS BASTOS Like · Reply · 10 minutes ago DAvid Golias da Costa DAvid Golias da Costa Pêpê Carreira Ó FILHA MORREMOS TODOS E APRESSAR A COUSA PRA TU CANIBAL HOMOSSEXUAL ENGORDARES NUM DÁ NÉ Like · Reply · 8 minutes ago DAvid Golias da Costa DAvid Golias da Costa André Dias TEM DIAS E NO GALEGO PÕE A BOCA AVANTE CAMARADA AVANTE LEVAIS ATRÁS E ADIANTE NA BOCA E NA TOCA TODO O ANDRÉ BRUN OU A DIAS METE O QUE OUTRO LHE PROMETE Like · Reply · 6 minutes ago DAvid Golias da Costa DAvid Golias da Costa Bruna Mariz SE escreve me vim ...win com cachorro ao lado é amor cão Like · Reply · 5 minutes ago DAvid Golias da Costa DAvid Golias da Costa Patrícia Pais quer sempre mais aqueles barbudos são todos atrasados mentais ? e queres mais um e jogo em que posição a meio campo ou ponta de lança que se vem quando avança? Like · Reply · about a minute ago DAvid Golias da Costa DAvid Golias da Costa bolas salvador desde homem a dias a patrícia que quer mais tens cá uma colecção de maníacus amorais como nunca vi ...e anda tanto psicólogo desempregado por aí Like · Reply · a few seconds ago DAvid Golias da Costa Write a reply...22 de setembre de 2015 a les 17:41

    nem tudo há-de ser ferro fogo e morte também há má sorte e desnorte

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    1. é boa ou má morte não que isso importe ou te suporte na boa ou má sorte
      VOTEM LIVRE LIVREMENTE CAMARADAS SÓ SOCRATES VOTA PRESO DISSE CASSIANUS SURPRESO
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      DAvid Golias da Costa
      DAvid Golias da Costa é o que se chama desabrochar no voto livre ,,,também se pode votar marinho pinto ou ele se fode votem em quem quiserem até no falo de barcelos patrícia pais és demais

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    2. Down To The River To Pray" As I went down in the river to pray Studying about that good ol' way And who shall wear the starry crown? Good Lord show me the way! O sisters let's go down Let's go down, come on down O sisters let's go down Down in the river to pray As I went down in the river to pray Studying about that good ol' way And who shall wear the robe & crown? Good Lord show me the way O brothers let's go down Let's go down, come on down Come on brothers, let's go down Down in the river to pray As I went down in the river to pray Studying about that good ol' way And who shall wear the starry crown? Good Lord show me the way O fathers let's go down Let's go down, come on down O fathers let's go down Down in the river to pray As I went down in the river to pray Studying about that good ol' way And who shall wear the robe and crown? Good Lord show me the way O mothers let's go down Come on down, don't you wanna go down? Come on mothers, let's go down Down in the river to pray As I went down in the river to pray Studying about that good ol' way And who shall wear the starry crown? Good Lord show me the way O sinners, let's go down Let's go down, come on down O sinners, let's go down Down in the river to pray As I went down in the river to pray Studying about that good ol' way And who shall wear the robe and crown? Good Lord show me the way23 de setembre de 2015 a les 10:17

      down to the river to pray the mayan times are coming and are coming faster than light

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  2. estiveste mal o cérebro quando descansa para o nervo vagal e deixas de existir Curtir · Responder · 7 min Alberto JoCasta Górdia Alberto JoCasta Górdia mesmo num comatoso em estado vegetativo o cérebro funciona bué se cérebro descansa entra em paragem final Curtir · Responder · 6 min Alberto JoCasta Górdia Alberto JoCasta Górdia e almeida de todos os santos nunca se ofende porque é cheio de si mesmo para se ofender né e de resto isto já passou inda à bocadinho golias se chamava deixa me lembrá Jesus da Costa GOrda e há 3 horas foi durante dois minutos e 30 _________dukarago molle me lembro do 1º nome não mas não era patrícia não nem patrício ah Coñomist dukarago molle foi isso né daqui a 12 minutos é outro Curtir · Responder · 2 min Alberto JoCasta Górdia Alberto JoCasta Górdia ora durou até às 10 da matina o golias nestes dias eleitorais é um recorde Vote livre não vote preso como socrates ou vote com escolta como salgado dá sempre jeito Curtir · Responder ·23 de setembre de 2015 a les 11:18

    VOTE LIVRE NÃO VOTE COM ESCOLTA COMO O RICARDO SALGADO QUE DÁ MUITO NAS VISTAS ...SE VOTAR NA BELA VISTA NÃO LEVE A CARTEIRA QUE A GENTE TÁ MUITO NECESSITADO

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