Es mostren els missatges amb l'etiqueta de comentaris ESTERILIDADE DAS FLORES MASCULINAS DO SOBREIRO É FREQUENTE FOLHAS ESTAMINAIS INTIMAMENTE SOLDADAS SEM DIFERENCIAÇÃO. Mostrar tots els missatges
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dijous, 11 de setembre de 2014

Über Die Korkeiche (Quercus Suber L. und Occidentalis Gay Gama) Ein Beitrag Zur Pflanzen ...vai desde a formação da cortiça na árvore até à indústria e aos produtos de cortiça, passando pela descrição da topologia das células, da estrutura e da composição química da cortiça e das suas propriedades físicas, fazen- do uma análise pormenorizada das propriedades mecânicas e ainda das propriedades térmicas, viscoelásticas e acústicas. estrutura e propriedades mecânicas, gíria corticeira CHAMOCO PARNATES PORRETES PRANCHA FINA POLEJO SOBEJO MALHARA mostrando-se contra o aumento proposto reitera que não seria de modo nenhum a cortiça no presente e no futuro, um género de boa colecta para as finanças públicas. Acrescenta ainda o seguinte: “Segundo informações que tenho, os preços da cortiça posta a bordo dos navios, no rio Douro, podem distribuir-se em tres classes: o primeiro de 5 shillings por 60 kilogramas; o segundo, de 4$400 a 4$500 réis; o terceiro de 11$000 a 12$000 réis. - O SOBREIRO HIBRIDA OU HIBRIDIZA FACILMENTE COM ESPÉCIES DO MESMO GÉNERO DAS QUAIS SE CONHECEM HÍBRIDOS FÉRTEIS Quercus ilex X Quercus suber P.Coutinho AZINHEIRA MACHA OU CERQUEIRO ...O LENTO CRESCIMENTO DO SOBREIRO E A FRUTIFICAÇÃO TARDIA FORAM DURANTE MILHARES DE ANOS SÃO OBSTÁCULOS À ANÁLISE GENÉTICA DOS FRUTOS ...OS HÍBRIDOS PRODUZEM CORTIÇA POR VEZES ....MAS DE QUALIDADE MUITO FRAQUINHA DITA INFERIOR OR UNTERSUBER QUER CUS IDE A LISBOA E PERGUNTEM PLO MARUJO VASCO DA GAMA FENOLOGÍA DE Quercus ilex L. Y Quercus suber L. EN UNA DEHESA DEL CENTRO PENINSULAR enología de la foliación .................................................................87 5.1.2. Fenología de la floración masculina ................................................88 5.1.3. Fenología de la floración femenina y fructificación ........................89 5.1.4. Fenología conjunta de la floración masculina y femenina ...............90 5.2. Estudio de fenología detallado ....................................................................91 5.2.1. Fenología del brote vegetativo .......................................................91 5.2.2. Fenología de la floración masc ulina: estudio de fenología detallado ............................................................................................91 5.2.3. Fenología de floración femenina: estudio de fenología detallado La morfología foliar presenta bastante complejidad en este grupo de Quercus . Como mejor carácter distintivo de la hoja en el alcornoque podemos señalar su forma abarquillada y los nervios sec undarios, paralelos y rectilíneo s que alcanzan el margen foliar conectando con los ca racterísticos dientecillos perimetrales. En las encinas (ambas subespecies) pueden verse desde hojas enteras co n borde liso hasta otras espinescentes; pero en casi todos los casos, y a diferencia del alcornoque, los nervios secundarios se ramifican y desdibujan po co antes de alcanzar el borde foliar. Debido al carácter persistente de la hoja, el aspecto de estas formaciones varía poco a lo largo del año. En los encinares esta monotonía sólo queda rota en primavera, cuando aparece un reflejo amar illento debido a la proliferac ión de flores masculinas organizadas en amentos, dando tonalidad pajiza a las copas. El diferente grado de presencia en el territ orio peninsular, tanto del alcornoque como de la encina, se encuentra estrechamente re lacionado con sus distintos requerimientos ambientales. Quercus ilex subsp. ballota es menos exigente en humedad que Quercus ilex subsp. ilex , y se adapta bien a los ambientes subcontinentales que caracterizan el clima mediterráneo del centro de la Península. Bajo estas condiciones manifiesta un temperamento ecológico de una gran plasticidad, vitalidad y rusticidad, por lo que muestra una buena capacidad de adaptación a las condiciones cambiantes y adversas del medio. Esta encina es, además, muy resistente a las acciones humanas: podas, talas, fuego, etc. Este taxón vive relativamente bien en la mayor parte de las grandes cuencas interiores (Costa et al ., 1997). El alcornoque, en cambio, se caracteriza por presentar una menor resistencia al frío y por su carácter calcífugo. Puede encontrarse, no obstante, sobre sustratos básicos (en general lavados). Pref iere asimismo una textura del su elo algo arenosa o suelta. En resumen, se puede decir que el alcornoque presenta una amplia dispersión peninsular y aunque es más esporádico o falta en las ár eas centrales, de clim a más contrastado, y en los sustratos calcáreos en general, es muy común su concurrencia espacial con las encinas. A cortiça nos debates parlamentares da nação portuguesa ( 1839 - 1899)

O comércio externo da cortiça nos séculos XVIII e XIX, 1797-1831

 A Cortiça nos debates parlamentares da nação 

estiva de cortiça: um produto secundário no porto de Setúbal

 deputado Paulo Midosi, aludindo a uma representação da Associação Comercial de Setúbal, é referido o seguinte: “Setúbal é o terceiro porto do Reino, (...) no commercio do sal, fruta, cortiça, e ultimamente azeite e trigo, se avantaja sobre todos os mais portos do Reino” (Sessão de 7 de Março de 1839, p. 502). Tentava este ilustre orador salientar a excessiva tributação exercida pelo Governo nos direitos de tonelagem dos navios. Para o efeito, estava em discussão um projecto de lei (n.º 6) para ser remetido à Comissão de Comércio e Artes. Era sua convicção de que este deveria “trazer muito bons resultados à nossa navegação e commercio”

 Posteriormente, a 1 de Maio do mesmo ano, o mesmo deputado intervém de novo na Câmara com um outro requerimento, para que fosse analisado pela Comissão de Comércio e Artes, no sentido de dar o seu parecer (Sessão de 1 de Maio de 1839, p. 323). Em questão estava o descontentamento de alguns comerciantes e negociantes daquela vila, afirmando o seguinte: “Queixão-se elles do vexame que estão soffrendo na execução da Lei de 11 de Abril que favoreceo a exportação do Sal, por quanto entendem os executadores da Lei, que quando um navio toma alguma cortiça para estiva, ou géneros do Paiz deve o navio, apezar de levar carga de Sal, pagar por enteiro os direitos de Tonelagem.” 

ESCASSEIAM

 AS CORTIÇAS DE BOA QUALIDADE EM 1906


O REFUGO E AS CORTIÇAS INFERIORES DOMINAM O MERCADO EM 1921

A EXCESSIVA POROSIDADE DAS CORTIÇAS EM 1924 DESVALORIZAVA-AS

CÉLULAS DE CORTIÇA SUNT MINUSCULUS PRISMAS RECTOS PENTAGONAIS

HEXAGONAIS OU HEPTAGONAIS

1665 HOOKE UND DER SUBER ....PELA OSERVAÇÃO DUMA DELGADA APARA

DE CORTIÇA SURGE A UNIDADE FUNDAMENTAL DA ESTRUTURA VEGETAL

A CÉLULA VEGETAL

CÉLULAS DE SECÇÃO POLIGONAL SENSIVELMENTE ISODIAMÉTRICAS

ALONGADAS RADIALMENTE

ELASTICIDADE DA CORTIÇA DEPENDENTE DA PROPORÇÃO DAS FIADAS

FORMADAS NO VERÃO E NO VERÃO/OUTONO

EM VEZ DE ANTERAS ENCONTRAMOS ESTAMINÓDIOS NAS FLORES MACHAS

DO Quer cus suber....A FECUNDAÇÃO CRUZADA ASSEGURA A NORMAL FRUTIFICAÇÃO

É UMA ESPÉCIE PREPONDERANTEMENTE ALOGÂMICA

SENDO ESPÉCIE DE ELEVADA ALOGAMIA OS INDIVÍDUOS COITADOS

SÃO FREQUENTEMENTE HETEROZIGÓTICOS

DAÍ A INSTABILIDADE EM TERMOS DE FENÓTIPOS E NUN SÓ

 E A DIVERSIDADE ENORME E POLIMORFISMO NA ESPÉCIE